terça-feira, 9 de outubro de 2007

 

Entrevista: Dr. Roberto Giraldo - Repensando a AIDS

Entrevista concedida a Paulo Stekel por um dos mais importantes cientistas da Hipótese Alternativa da AIDS



Sempre é bom termos acesso aos dois lados de uma questão, não acham? Afinal, isso faz parte da liberdade de expressão e de informação, tão propalada hoje em dia. Por que, então, no que se refere à AIDS e suas causas, não temos um contraponto? Só há uma versão? Definitivamente, não. Há um contraponto, sim, e é formado por um grupo de cientistas idôneos e de muitos simpatizantes que formam um grupo conhecido como “dissidentes da hipótese HIV/AIDS”, ou seja, pessoas que contestam que o vírus HIV seja o causador da AIDS.

Um dos mais importantes destes cientistas, que querem apenas o direito a uma pesquisa aberta e transparente da questão, é o nosso entrevistado especial desta edição de um ano de Horizonte – Leitura Holística: o médico colombiano de renome internacional, Dr. Roberto Giraldo.

Especialista em AIDS e agentes estressantes imunológicos, o Dr. Roberto Giraldo é médico, especialista em Medicina Interna, com ênfase em enfermidades infecciosas, pela Universidade de Antioquia, na Colômbia. Desde 1993, trabalha nos laboratórios de imunologia e de diagnóstico molecular do "New York Presbyterian Hospital, Weill Cornell Medical Center", em Nova York, EUA. Foi presidente do "Rethinking AIDS" (http://www.rethinkingaids.com), grupo internacional que busca uma reavaliação científica da AIDS.

Há quatro décadas tem se dedicado a atividades clínicas, acadêmicas e investigativas em diferentes aspectos das doenças infecciosas, imunológicas e tropicais em várias regiões da Colômbia, EUA, Europa e África.

A maior parte de sua carreira investigativa tem sido no campo das imunodeficiências secundárias ou adquiridas, especialmente aquelas que ocorrem nos países subdesenvolvidos.

De 1979 a 1987 exerceu sua profissão em uma região da selva colombiana. Alí teve a oportunidade de trabalhar ombro a ombro com curandeiros tradicionais e de explorar as diferentes condições médicas relacionadas com a pobreza e a desnutrição, tais como as infecções, as parasitoses e toda uma gama de imunodeficiências.

É investigador independente da AIDS desde 1981, tendo várias publicações sobre o tema. Em 1997 escreveu o livro “El SIDA y los agentes estressantes inmunológicos” [A AIDS e os agentes estressantes imunológicos], afirmando que “a AIDS não é uma doença infecciosa nem se transmite sexualmente. Ela é uma síndrome tóxico-nutricional causada pelo alarmante incremento mundial de agentes estressantes para o sistema imunológico”.

Desde o ano 2000 faz parte de um painel internacional de especialistas para assessorar o governo do Presidente Thabo Mbeki, da África do Sul, em assuntos relacionados à AIDS. Em 2003 foi convidado pelos Ministros da Saúde de 14 países da África e apresentou-lhes sua proposta de “Terapia nutricional para o tratamento e a prevenção da AIDS”.

Por mais que o assunto seja polêmico – e é – a leitura das respostas claras e precisas do Dr. Giraldo fará com que você, leitor, pelo menos pense sobre o assunto. Se desejar saber mais sobre o assunto, acesse o site do Dr. Giraldo (http://www.robertogiraldo.com). Ali, você encontrará os links de centenas de sites pelo mundo afora de cientistas, agentes de saúde, jorrnalistas, escritores, pesquisadores e políticos que pensam como o Dr. Giraldo.

Horizonte: Em seus artigos há constante referência aos “Agentes Estressores Imunológicos”. O que são estes agentes?

Dr. Giraldo: Agentes estressores para o sistema imunológico são aqueles agentes tóxicos que em alguma forma alteram o funcionamento do sistema imunológico. Eles são conhecidos há muitos anos ou décadas. Hans Selye, por exemplo, sabia desde 1936 que tudo aquilo que o corpo humano perceba como ameaça, desencadeia no corpo uma resposta que ele chamou “Resposta ao Estresse” e aquilo que desencadeava essa resposta ele os chamou agentes estressores ou estressantes. Desde essa época ele sabia que todo tipo de estresse crônico causava diminuição de linfócitos (linfopenia). Eu uso a mesma terminologia, citando sempre a fonte, como uma homenagem a esse que considero o maior cientista da medicina do século passado (Séc. XX).

Os agentes estressantes imunológicos que se sabe que alteram o sistema imunológico são de cinco tipos: (1) químicos, tais como as drogas psicoativas, conservantes de alimentos, agroquímicos, contaminantes do ar, água, solo, detergentes, drogas da medicina alopática, etc; (2) físicos, tais como todas as radiações elétricas, eletrônicas e eletromagnéticas: telefones celulares, inalâmbricos, antenas, transformadores de energia, cosmopatias e geopatias, etc.; (3) biológicos: sêmen, sangue, vacinas;(4) nutricionais, tais como a falta de comida ou a comida de pouco nível nutricional e (5) mentais, tais como a ansiedade, as dúvidas, o pânico. Para nosso corpo e para o sistema imunológico em particular, usar cocaína é o mesmo que não comer; ter doenças parasitárias secundárias à desnutrição e à pobreza, é o mesmo que dormir próximo a um transformador de luz: o corpo reage sempre da mesma forma, como se sabe desde as primeiras investigações de Selye. Estas intoxicações crônicas, com o tempo deterioram o sistema imunológico, e se não param, o colapsam causando a AIDS: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

A medicina só conhece as intoxicações agudas por álcool, tálio, fosforados orgânicos, mas não sabe nada acerca das intoxicações crônicas causadas pela exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressantes imunológicos.

Horizonte: O Sr. faz parte de um grupo encabeçado principalmente pelo Dr. Peter Duesberg, grupo este considerado “dissidente” da teoria vigente de que a AIDS é causada pelo vírus HIV. Quantos cientistas “dissidentes” há hoje no mundo? E, se o vírus HIV não é o causador da AIDS, o que é exatamente o quadro clínico identificado pela teoria oficial como sendo AIDS?

Dr. Giraldo: “Rethinking AIDS” conta com cerca de cinco mil médicos, cientistas, outros profissionais, alguns Prêmios Nobel e ativistas. Há cerca de 400 sites de Internet com nossa informação. É o único lugar onde a “oficialidade” não tem conseguido censurar o debate científico.

Por cerca de 25 anos a Organização Mundial da Saúde e a ONUAIDS, seguindo as diretrizes do Ministério de Saúde dos EUA, tem estado disseminando por todo o planeta que HIV = AIDS e que AIDS = HIV. E as pessoas, ao ler nossos argumentos de que não existe o HIV, ou que o fenômeno conhecido como HIV, não é um vírus real, elas pensam (equivocadamente) que tampouco existe AIDS.

Claro que existe AIDS, mas não é causada por HIV!! Esta é uma síndrome tóxica e nutricional causada pelo alarmante incremento mundial de agentes estressantes imunológicos. O fato de que exista AIDS em todas as classes sociais é um indicativo de que nossa espécie está em perigo. Crer que o HIV é sua causa, não permite que se tomem as medidas necessárias e possíveis para o bem da espécie humana. A simples crença absurda no HIV como a causa da AIDS, está pondo em grande perigo a sobrevivência de nossa espécie.

AIDS é o maior estado de deterioração que o ser humano pode tolerar. Não pode existir algo pior que a AIDS. Na AIDS não só o sistema imunológico está deteriorado, mas todos os demais sistemas estão também intoxicados.

A exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressantes imunológicos vai deteriorando o sistema imunológico e chega um momento em que ele se colapsa e começam na pessoa, ao mesmo tiempo, as manifestações clínicas de infecções oportunistas (pela deterioração da parte de defesa do sistema imunológico), tumores oportunistas (pela deterioração da parte de vigilância do sistema imunológico) e múltiplas doenças metabólicas como perda de peso, queda de cabelo, diarréia e demência (pela deterioração da parte de equilíbrio homeostático do sistema imunológico).

Horizonte: Quantas pessoas supostamente se infectaram com o HIV até hoje? Dessas, quantas morreram por imunodeficiência? O número oficial de infectados e mesmo de mortos é suficiente para justificar a teoria corrente de que a AIDS é causada por vírus e, portanto, tende a se disseminar rapidamente?

Dr. Giraldo: Nem uma só pessoa se infectou com HIV até hoje! Ninguém pode infectar-se com um vírus que não existe!!! Ser soropositivo (reagir positivamente nas provas de Elisa e de Western blot), não significa estar infectado, senão estar um pouco mais intoxicado que os que ainda continuam reagindo negativamente.

Para os “oficialistas” (aqueles que creem erroneamente que o HIV é a causa da AIDS) ser soropositivo indica estar infectado. Entretanto, as mesmas cifras oficiais de soropositividade não podem explicar-se por transmissão sexual, nem sangüínea, nem da mãe ao filho. Nos países da África subsaariana existe uma soropositividade de 15 a 40%; e ali mais de 60% dos casos é em mulheres. No continente americano, o Haiti é o país com uma soropositividade maior: 5,6%, mas nunca tão alta como a soropositividade da África. Por que??? Os EUA têm uma soropositividade de 0,7% e ali mais de 90% é em homens homossexuais. Por que??? E Espanha, México, Venezuela, Colômbia e Brasil têm uma positividade de apenas 0,6%. Se a soropositividade é devida a transmissão sexual, nos pareceria, pois, como se na África se vivesse em um permanente ato sexual e os espanhóis, mexicanos, venezuelanos, colombianos e brasileiros não tivessem muita vida sexual. Estas diferenças só podem ser explicadas por uma diferença na qualidade e na quantidade de exposição a agentes estressantes imunológicos. A não ser que se nos demonstre que existe um vírus que sabe quem é pobre e mulher para atacá-la na África e quem é gay e rico para atacá-lo nos EUA e na Europa. Assim não se comporta nenhum vírus conhecido!!!!!

Horizonte: Segundo o Sr. e outros cientistas dissidentes a AIDS não é transmitida sexualmente. Que impacto essa afirmação tem causado junto aos serviços governamentais de saúde e às ONGs que defendem os direitos dos soropositivos, dos homossexuais, etc.?

Dr. Giraldo: Em 08 de Dezembro de 2003, em um debate internacional sobre este tema no Parlamento Europeu em Bruxelas, os representantes da OMS e da ONUAIDS, falavam da “transmissão da AIDS” como se isto fosse um fato demonstrado cientificamente. Então lhes perguntamos onde estava a publicação das investigações que se deveria ter feito para assegurar que a AIDS se transmitia sexualmente, pelo sangue ou da mãe ao filho. E eles responderam que essa pesquisa não se requeria, posto que todo mundo sabe já que se transmite. As pessoas do mundo não sabem ainda que isso da transmissão da AIDS é um rumor que saiu em 1981 do Ministério de Saúde dos EUA (CDC) e que com o tempo se converteu em mito ou verdade absoluta. A transmissão da AIDS nunca foi demonstrada cientificamente!!!!!

As pessoas e instituições que defendem a transmissão, que têm promovido a promiscuidade sexual com isso de “use camisinha e faça o que quiser”, que intoxicam a milhares nos EUA e Europa ao fornecer-lhes seringas “sem HIV” para que se injetem com drogas que destróem o sistema imunológico e causam a AIDS, não aceitam nossos pontos de vista. Ademais, muitas dessas pessoas e instituições vivem do HIV (ganham um soldo) por fazer isso e por isso se opõem e continuarão se opondo com todas as suas forças a uma mudança para a verdade. Não importando-lhes quantos milhares morram de AIDS.

Houve até agora 25 milhões de mortes por AIDS. Hitler matou entre 5 e 8 milhões de pessoas, mas o da AIDS é o pior genocídio da historia humana e agora se faz em nome da ciência. Errados estavam os judeus que ajudaram a embarcar a outros judeus nos trens pensando que iriam à “terra prometida” quando, na realidade, terminaram nos fornos dos campos de concentração. Igualmente equivocadas estão todas essas pessoas que defendem e fazem propaganda das idéias oficiais do HIV/AIDS. Quantos africanos e quantos homens gays estão ajudando “inocentemente” a matar a seus irmãos. Que horror!!

Horizonte: Qual é a confiabilidade dos testes atualmente existentes para a detecção do HIV: Elisa, Western Blot e Carga Viral? O quê eles realmente detectam?

Dr. Giraldo: As provas de Elisa e de Western blot detectam anticorpos contra o que supostamente são proteínas do HIV. A prova de PCR ou de Carga Viral supostamente faz cópias de fragmentos do ácido nucleico do HIV. Mas como o HIV jamais foi isolado e purificado, como ocorreu com todos os vírus verdadeiros, essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico têm que ter outra origem. Jamais essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico foram extraídos diretamente do interior de uma partícula viral de HIV. Elas foram encontradas em cultivos e se supôs que correspondiam a um vírus desintegrado. Mas, onde está o vírus integrado, as partículas virais íntegras, sem romper? Não existe um só tubo de laboratório com partículas virais de HIV, simplesmente porque HIV não é um vírus.

Essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico são liberados por células de cultivos estressados com químicos ou são liberados ao sangue pelas pessoas expostas, geralmente por longos períodos de tempo, a uma variedade de agentes estressantes imunológicos. Os anticorpos que detectamos em Elisa e em Western blot são anticorpos anti essas proteínas liberadas durante o estresse crônico, e as cópias de ácido nucléico detectadas na arbitrariamente chamada “Carga Viral” são cópias de fragmentos de ácido nucleico liberados pelas pessoas submetidas a uma variedade de estresse. O que essas provas estão detectando é o nível de estresse crônico da pessoa, o grau de intoxicação de seus tecidos. Durante as respostas ao estresse de toda a vida, as pessoas liberam radicais livres do tipo dos agentes oxidantes e por isso as pessoas soropositivas e aquelas com AIDS, têm grandes níveis de estresse oxidativo e seus elementos antioxidantes se encontram diminuídos em seu sangue. Têm baixos niveis de vitaminas C, E, A, betacarotenos, zinco, selênio, magnésio, manganês.

Indiretamente, o que detectam as mal-chamadas “provas de HIV” são níveis de oxidação e de intoxicação da pessoa.

Horizonte: Em quais países a teoria alternativa de que a AIDS não é causada por um vírus, muito menos pelo HIV, tem encontrado menos resistência?

Dr. Giraldo: Em nenhum! Temos tido resistência em todos os países do mundo, mas nossas idéias são aceitas mais facilmente nos países subdesenvolvidos e mais concretamente nos países latino-americanos tais como México, Colômbia, Peru, Bolívia, Argentina, Venezuela e Brasil. Nestes países nossos argumentos científicos são cada vez mais aceitos.

Horizonte: No dia 31 de agosto deste ano a “Iniciativa Sul-Africana da Vacina Contra AIDS” anunciou ter obtido bons resultados com uma vacina testada em 480 pessoas não-infectadas, a maioria das quais teve resposta imunológica positiva. A organização teria afirmado, entre outras coisas, que um sistema imunológico saudável contribui para evitar a contaminação, enquanto pessoas com tal sistema comprometido têm mais chances de contraírem o HIV. Isso reforça qual das teorias, a vigente ou a alternativa? Afinal, todos nos perguntamos: por que até hoje não há uma cura para a AIDS?

Dr. Giraldo: As vacinas da virologia clássica se aplicam para que a pessoa forme anticorpos contra, por exemplo, o vírus da poliomielite, do sarampo, da caxumba, da varíola, da hepatite B. Mas como será possível criar uma vacina contra um vírus que jamais se demonstrou sua existência real?

Ademais, as pessoas “soropositivas” já têm anticorpos contra o que elas crêem que é HIV. Elas estariam vacinadas em forma natural... Ou será que o que se pretende é criar uma vacina que converta os soronegativos em soropositivos, para logo as indústrias farmacêuticas estarem “em festa” vendendo anti-retrovirais para esses “infectados”? Nada, mas absolutamente nada da “ciência do HIV” tem lógica. Tudo isso não é mais que ficção científica...

Horizonte: Considerando que a teoria dos dissidentes seja a verdadeira, surge a pergunta óbvia: por que se teria cometido um erro tão grande na determinação do agente causador da AIDS?

Dr. Giraldo: A resposta a esta pergunta é um livro que estou terminando de escrever e que espero que esteja publicado no começo de 2008. Cinco fatos ajudaram a cometer este erro: (1) Preconceito microbiológico – devido ao qual todas as epidemias são causadas por micróbios. (2) Homofobia – como os primeiros casos de AIDS ocurreram na comunidade gay dos EUA, seus cientistas decidiram arbitrariamente, sem fazer nenhuma pesquisa, que se transmitia sexualmente e, mais concretamente, por relações anais. (3) Racismo – devido ao qual os investigadores brancos decidiram que a origem da AIDS está na África negra. (4) Corrupção social – recordar que a visão da AIDS como doença viral nasce de um crime (roubo do “HIV”) por parte do Dr. Robert Gallo, diretor do laboratório de virologia do Instituto Nacional de Câncer do governo dos EUA, que roubou do Dr. Luc Montagnier, do Instituto Pasteur de Paris. E (5) pela Crise do estabelecimento científico – não se controlam os experimentos, se descobrem vírus em coletivas de imprensa, como ocurreu com o HIV em 23 de abril de 1984, quando, às 2 horas da tarde, na cidade de Washington, Robert Gallo e a ministra de saúde de Ronald Reagan, fizeram uma coletiva de imprensa na qual se informou que “investigadores do governo dos EUA haviam descoberto o vírus da AIDS”.

Horizonte: Há alternativas para tratar a imunodeficiência chamada AIDS, uma vez que não seja viral e nem se deva ministrar as drogas conhecidas (AZT, etc.) aos soropostivos, por serem muito tóxicas, podendo matar o paciente a médio prazo? Quais seriam estas alternativas?

Dr. Giraldo: As chamadas doenças incuráveis, o são porque nenhuma doença se pode curar com métodos externos. O que faz a medicina integral é que, por meio de terapias naturais, a pessoa consiga despertar sua medicina interior e sua farmácia interior, aquelas com que somos criados e que trazemos conosco mesmo desde o nascimento.

Toda a doença para que exista deve ser permitida por nossa consciência e, igualmente, para que termine deve partir do reconhecimento de nossa própria psicopatologia: ciúme, raiva, medo, ódio, rancor, etc.

Em geral, as pessoas soropositivas têm alguns denominadores comuns: depressivos, paranóicos, arrogantes, autodestrutivos... Para curar-se de AIDS ou evitar que esta começe, o soropositivo deve começar com aceitar, ver ou perceber sua psicopatologia.

Horizonte: Entre as alternativas preventivas e mesmo de tratamento para pessoas com o “quadro” chamado AIDS, qual o papel daquelas consideradas complementares ou holísticas, como fitoterapia, florais, reiki, etc.?

Dr. Giraldo: Já expliquei isso na pergunta anterior: Elas não curam, só melhoram desequilíbrios dos processos fisiopatológicos e ajudam a acordar (despertar) nosso médico interior.

Devemos ter medo daqueles terapeutas alternativos, chame-se acupunturista, ou homeopata, ou bioenergético, etc, que crêm ter a cura da AIDS. Esta está dentro de cada pessoa!

Horizonte: Agradecemos muito a gentileza em conceder-nos esta entrevista. Gostaríamos que, em suas palavras finais, o Sr. sugerisse a nossos leitores como estes podem evitar as imunodeficiências em geral, sejam elas virais ou não.

Dr. Giraldo: Em meu site da Internet www.robertogiraldo.com há muitos artigos com argumentos científicos que nos ajudam a entender isto melhor. Sugiro começar com “Tratamento e prevenção da AIDS: guia de princípios básicos para uma alternativa eficiente, fácil e de baixo custo” e “Terapia nutricional para o tratamento e a prevenção da AIDS: bases científicas”.

Comments:
realmente meu quadro melhorou muito com esse acordar interno , mas infelizmente os retrovirais que me fazem mal, e nunca acreditei tanto neles é a unica coisa que tenho em mãos pra manter minha taxa de imunidade , todas as veses que tentei larga-los me dei muito mal, e o pior, o tratamento recebido para alguem que largou o retroviral e pegou infecção é repressor ,fica taxado como alguem que tentou o suicídio , no mínimo como alguem altamente depressivo , portanto apesar de torcer pela teoria da dissidencia, hoje estou rendida aos remedios que pra mim são uma faca de dois gumes. Mas torço por vcs ...
 
Parabéns ao editor pela entrevista e pela abertura à veiculação do assunto da dissidência da AIDS. Conheço e considero extraordinário o trabalho do Dr. Roberto Giraldo que tem longos anos de estudo e experiência em Imunidade e AIDS. Sou uma militante da dissidência em Porto Alegre/Brasil e posso afirmar que a oposição a que este assunto venha à tona e seja debatido é ferrenha por parte dos representantes dos órgãos governamentais ligados à saúde e à AIDS e por parte das ONGs/AIDS. Eu mesma estou sofrendo um processo judicial por ter "ousado" tratar do assunto em diferentes fóruns.
Sobre a questão dos recursos de saúde para quem deseja outra linha terapêutica, penso que as terapias naturais como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, terapias energéticas, trofoterapia (o alimento como remédio) têm muito a contribuir na regeneração da saúde de quem já está doente, à medida em que oferecem a possibilidade de diminuir os diversos tipos de estresse imunológico a que estamos submetidose fortalecer-nos física, mental e energeticamente. O uso pontual da alopatia, como no caso de alguém com uma infecção grave e aguda (meningite, pneumonia, tuberculose), pode salvar sua vida; mas o uso prolongado ou permanente dos alopáticos, assim como a falta da compreensão dos diversos aspectos internos e externos que nos fazem adoecer, pode levar ao adoecimento e à morte. Por isso, é muito importante que a pessoa soropositiva, em primeira instância, assuma uma postura ativa, de compreender o seu processo de saúde/doença e tome as rédeas desse processo, nunca deixando sua saúde e sua vida "nas mãos de alguém", mas procurando se informar profunda e permanentemente e buscando o acesso a todos os recursos que possam lhe ajudar a reconstruir sua saúde. A falta de recursos da Medicina Natural no sistema público é um fator que limita muito esta possibilidade, mas a literatura existente, dicas dos sites dissidentes e o trabaho voluntário ou a baixo custo de médicos ou terapeutas naturalistas é de grande ajuda para os soropositivos que desejam experimentar esta nova proposta. Poderíamos pensar em formar uma rede de profissionais da área naturalista que queiram fazer um trabalho conjunto nesse sentido. Coloco-me à disposição para somar nessa idéia e ofereço meu e-mail para troca de experiências. Congratulações, Eleonora Vacilotto (Enfermeira, Trofoterapeuta, Fitoterapeuta e Shiatsuterapeuta).
eleonora_poa@hotmail.com
(usei a conta google do meu filho)
 
Parabéns ao editor pela entrevista e pela abertura à veiculação do assunto da dissidência da AIDS. Conheço e considero extraordinário o trabalho do Dr. Roberto Giraldo que tem longos anos de estudo e experiência em Imunidade e AIDS. Sou uma militante da dissidência em Porto Alegre/Brasil e posso afirmar que a oposição a que este assunto venha à tona e seja debatido é ferrenha por parte dos representantes dos órgãos governamentais ligados à saúde e à AIDS e por parte das ONGs/AIDS. Eu mesma estou sofrendo um processo judicial por ter "ousado" tratar do assunto em diferentes fóruns.
Sobre a questão dos recursos de saúde para quem deseja outra linha terapêutica, penso que as terapias naturais como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, terapias energéticas, trofoterapia (o alimento como remédio) têm muito a contribuir na regeneração da saúde de quem já está doente, à medida em que oferecem a possibilidade de diminuir os diversos tipos de estresse imunológico a que estamos submetidose fortalecer-nos física, mental e energeticamente. O uso pontual da alopatia, como no caso de alguém com uma infecção grave e aguda (meningite, pneumonia, tuberculose), pode salvar sua vida; mas o uso prolongado ou permanente dos alopáticos, assim como a falta da compreensão dos diversos aspectos internos e externos que nos fazem adoecer, pode levar ao adoecimento e à morte. Por isso, é muito importante que a pessoa soropositiva, em primeira instância, assuma uma postura ativa, de compreender o seu processo de saúde/doença e tome as rédeas desse processo, nunca deixando sua saúde e sua vida "nas mãos de alguém", mas procurando se informar profunda e permanentemente e buscando o acesso a todos os recursos que possam lhe ajudar a reconstruir sua saúde. A falta de recursos da Medicina Natural no sistema público é um fator que limita muito esta possibilidade, mas a literatura existente, dicas dos sites dissidentes e o trabaho voluntário ou a baixo custo de médicos ou terapeutas naturalistas é de grande ajuda para os soropositivos que desejam experimentar esta nova proposta. Poderíamos pensar em formar uma rede de profissionais da área naturalista que queiram fazer um trabalho conjunto nesse sentido. Coloco-me à disposição para somar nessa idéia e ofereço meu e-mail para troca de experiências. Congratulações, Eleonora Vacilotto (Enfermeira, Trofoterapeuta, Fitoterapeuta e Shiatsuterapeuta).
eleonora_poa@hotmail.com
(usei a conta google do meu filho)
 
O querido Dr. Roberto Giraldo é um SÁBIO E CORAJOSO SER HUMANO.
Ajudemos a divulgar mais e mais o seu grande trabalho, pois isto é necessário.
PODE-SE CONFIAR TOTALMENTE NELE!

Obrigado!
 
Quantas pessoas Giraldo e sua turma já matou?
 
Você deveria perguntar isso diretamente a ele, Ramon. Mas, com esta forma de se referir à opinião dele, você arriscaria ser processado por insinuar que ele é um assassino. Afinal, ele não está fazendo nada proibido por lei, o que significa que ele tem o direito de pesquisar outras alternativas quanto à AIDS, ainda mais sendo um cientista e não um desqualificado na área.
Abraços fraternais.
 
RAMOM COMO VC É GROSSO...EU ACREDITO EM TUDO Q ELE FALA ...PORQ A VERDADE ESTÁ EM INDIVIDUOS NÃO NESSA SOCIEDADE SUJA.
 
Para mim o maior cientísta da humanidade, Nikola Tesla disse: "O mundo não está preparado para isso, é algo muito além do nosso tempo, mas as leis vão prevalecer e um dia farão sucesso triunfante." Só quem acorda e vê essa esquizofrenia que o Dr. Roberto Giraldo se refere e entende que não existem doenças incuráveis, mas sim, pessoas incuráveis e escolhe viver sem medos e culpa, cura-se não só o corpo, mas também a alma! Parabéns Dr. Roberto, farei parte dessa ONG!
 
Comentário para o tal do Ramon

Vc pergunta quantas pessoas o Dr Giraldo e sua turma mataram ne? Eu te respondo, provavelmente nenhuma... Agora eu te pergunto: quantas milhares de pessoas a ciência tradicional da Aids matou??? Matou sim, matou com diagnósticos equivocados baseados em testes que não testam nada, matou com AZT, matou com ARV, e continua matando, matou com desesperança, com medo, com destruição...
 
Bom, gostei do artigo mas, se não é um virus qual o seu meio de transmissão? Porque quando uma pessoa transa com outra sem prevenção tambem se torna contaminada? acho que uma pessoa quem acredita não ser um vírus poderia fazer um teste e transar com uma pessoa contaminada acredito que nem o doutor Roberto Giraldo teria coragem de fazer esse teste, mas se tiver por favor depois poste aqui para dizer se foi ou não contaminado :D
 
Bom, gostei do artigo mas, se não é um virus qual o seu meio de transmissão? Porque quando uma pessoa transa com outra sem prevenção tambem se torna contaminada? acho que uma pessoa quem acredita não ser um vírus poderia fazer um teste e transar com uma pessoa contaminada acredito que nem o doutor Roberto Giraldo teria coragem de fazer esse teste, mas se tiver por favor depois poste aqui para dizer se foi ou não contaminado :D
 
Thiago,

Se vc ler o artigo novamente vai entender o que, segundo o Dr. Giraldo, causa a AIDS. Está bem claro o que ele pensa.

Quanto a contaminar a si mesmo para provar sua teoria, o Dr. Giraldo já propôs à comunidade científica fazê-lo ele mesmo, só que sob observação rigorosa dos cientistas e nenhum aceitou fazer o acompanhamento após. Então, se a ciência não está disposta, ele resolveu não fazer em condições não-científicas, que no final seiram contestadas e não serviriam para provar suas teorias. Creio que ele ainda esteja disposto a isso, se uma banca de cientistas aceitar o monitoramente posterior com todo o rigor do método. Abraços!
 
Eu estou com o Thiago... pode ser alienação minha... mas é difícil acreditar nessa teoria... Se ele tem tanta certeza que não se trata de um vírus e que não é transmitido sexualmente ou por transfusão de sangue... é muito simples provar sua teoria... e é muita balela, dizer que não o faz por não ter apoio científico... Ainda não soube de um caso de uma pessoa virgem, não usuária de drogas e a mãe "limpa" que tivesse AIDS... simplesmente pela condição de vida dela ela ter desenvolvido a AIDS... pode ser verdade, mas é difícil de acreditar....
 
Aprecio e concordo com o estudo e trabalho do prof. Roberto Giraldo. Penso ainda que; a quem as análises revelaram seropositividade e que desejem livrar-se do problema, devem apreciar o estudo e experimentar um tratamento saudável e sem contra-indicações, por mim estou disposto, não tenho porque duvidar. Gostava de trocar e receber opiniões sobre o tratamento natural. meu email: jullius.portugal@hotmail.com
 
Se o HIV existe de fato, porque não se tem em nenhum lugar do mundo, uma fotografia do mesmo feita a partir de um microscópio eletronico? Porque o vírus em questão não se enquadra nos postulados de Koch e Henle? Porque nem mesmo Robert Gallo isolou o HIV? Porque nenhum cientista apresentou até hoje a referência científica de que HIV causa AIDS?
 
Se o HIV existe de fato, porque não se tem em nenhum lugar do mundo, uma fotografia do mesmo feita a partir de um microscópio eletronico? Porque o suposto vírus em questão não se enquadra nos postulados de Koch e Henle? Porque nem mesmo Robert Gallo pode isolá-lo já que existe? Porque nenhum cientista na face da terra apresentou até hoje uma referência científica de que HIV causa AIDS? Porque nas palestras sobre AIDS, os palestrantes não citam fontes e referências científicas?
 
Respondendo ao Thiago e ao nada aí em cima...
Vejo q os laboratórios não conseguiram isolar o vírus para comparar as amostras, então oq testes não tem como saber se eh o vírus HIV, oq eles determinam para dizer se vc eh soropositivo ou negativo: eh simplesmente se seus anticorpos reagir com as proteínas q eles dizem q eh do vírus, q na verdade nunca comprovaram se eh de verdade.vc pode ter outra coisa quando seus anticorpos reagem ao teste e mesmo assim eles diagnóstica vc como soropositivo, nunca eles conseguiram provar q se transmite por sangue ou relação sexual justamente pq nunca encontraram uma simples particula viral do HIV.
" Horizonte: Qual é a confiabilidade dos testes atualmente existentes para a detecção do HIV: Elisa, Western Blot e Carga Viral? O quê eles realmente detectam?Dr. Giraldo: As provas de Elisa e de Western blot detectam anticorpos contra o que supostamente são proteínas do HIV. A prova de PCR ou de Carga Viral supostamente faz cópias de fragmentos do ácido nucleico do HIV. Mas como o HIV jamais foi isolado e purificado, como ocorreu com todos os vírus verdadeiros, essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico têm que ter outra origem. Jamais essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico foram extraídos diretamente do interior de uma partícula viral de HIV. Elas foram encontradas em cultivos e se supôs que correspondiam a um vírus desintegrado."

 
o que foi exposto é que pessoas com elevados níveis de stress podem vir a desenvolver a aids ,e que o HIV não existe, certo até ai eu entendi. Que o uso de drogas, álcool,e alimentação inadequada enfim levam o sistema imunológico a um certo nível de comprometimento, concordo plenamente que isto possa ocasionar uma deficiência no sistema imunológico de uma pessoa,por falta de cuidados com sigo mesma. O que não consigo entender e se alguém puder me dar a seguinte explicação,PORQUE PESSOAS COMO SIMPLES DONAS DE CASA ACABARAM PEGANDO AIDS DE SEUS MARIDOS SAFADOS QUE SAIAM COM TRAVESTIS OUTROS HOMENS OU GAYS CONTAMINADOS , OU PORQUE UM JOVEM DA MINHA RUA QUE FOI PRESO POR ROUBO DE UM CARRO E AO SER PRESO FOI ESTUPRADO NA CADEIA POR UM ELEMENTO ,ADQUIRIU AIDS . TUDO BEM QUE O VÍRUS NÃO EXISTA OU NUNCA FOI PROVADO A SUA EXISTÊNCIA, O QUE NÃO ENTRA NA MINHA CABEÇA É QUE ALGUÉM GEROU SUA PRÓPRIA AIDS, ISTO PARA MIM É UM ABSURDO. TEM QUE EXISTIR O AGENTE CAUSADOR UM VÍRUS OU UMA PROTEÍNA, NÃO IMPORTA SE VINDO DO MACACO OU DE ALGUMA ARMA QUÍMICA , DESENVOLVIDA EM ALGUM LUGAR, O QUE NÃO DA PARA ACREDITAR É QUE UMA PESSOA DESENVOLVEU A AIDS POR CONTA PRÓPRIA.TEM QUE EXISTIR ALGO , ALGUM ELEMENTO, QUE QUANDO ENTRA EM CONTATO COM O ORGANISMO DE UMA PESSOA DISPARA OU MELHOR BLOQUEIA SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO NÃO PRECISA SER NENHUM GÊNIO DA MEDICINA PARA SABER QUE SE VOCÊ CONSEGUIR MANTER SEU CORPO LIVRE DE STRESS ISTO VAI REFLETIR EM SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO, MAS DAI A DIZER QUE VOCÊ ESTA IMUNE A AIDS É OUTRA COISA. QUE O DOUTOR GALLO FOI UM APROVEITADOR SEM ESCRÚPULOS LÁ ISTO É VERDADE MAS LEVAR MILHARES OU TALVEZ MILHÕES DE PESSOAS A DESACREDITAR QUE ESTA INFECTADO ISTO SIM É UM CRIME. ENTÃO QUE SE PROVE EM PRAÇA PUBLICA , NA MÍDIA EM VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO QUE: SE UMA PESSOA INFECTADA TER RELAÇÕES COM ALGUÉM SAUDÁVEL NÃO IRÁ TRANSMITIR A DOENÇA QUERO VER . SÓ SE QUEBRA UM PARADIGMA COM UMA NOVA FORMA DE ENTENDER OU EXPLICAR ALGO, MAS TEM QUE SE PROVAR
O DOUTOR ROBERT GALLO ESTAVA ERRADO COM SUA TRUPE FOI SEM CARÁTER , TUDO BEM MAS NÃO SE DEVE PERMITIR QUE SURJAM NOVOS APROVEITADORES DA SITUAÇÃO
 
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