quarta-feira, 9 de maio de 2007

 

Entrevista: Fernando Cleto Nunes Pereira - discos voadores, cosmologia e apocalipse [versão completa]



Entrevista concedida a Paulo Stekel pelo ufólogo Fernando Cleto, autor de vários livros sobre discos voadores e de uma nova teoria cosmológica


Desde 1984 conhecemos o trabalho deste incansável pesquisador que é Fernando Cleto. Nosso primeiro contato foi através da leitura de seu livro “A Bíblia e os Discos Voadores”. Estávamos ainda na adolescência e podemos dizer que esta leitura nos inspirou muito nas pesquisas que fizemos posteriormente sobre linguagem sagrada, Cabala e religiões comparadas. Ele foi o pioneiro no Brasil no que tange à pesquisa de extraterrestres no passado religioso da humanidade.
Ultimamente, na verdade já há alguns anos, Cleto tem se dedicado a desenvolver e divulgar sua nova teoria cosmológica, a qual explica nesta entrevista. Mas a Física Teórica é uma de suas paixões há tempos.
Natural de Vitória (Espírito Santo), Fernando Cleto Nunes Pereira foi bancário praticamente a vida toda. Aposentou-se aos 54 anos e passou a conviver com leilões de obras de arte, antigüidades, tendo sido vice-presidente da Sociedade Brasileira de Belas Artes (RJ).
A Ufologia passou a ter importância em sua vida a partir de 1948, o que o conduziu ao estudo aprofundado de Física Teórica. É autor dos livros “A Bíblia e os Discos Voadores”, “Sinais Estranhos”, “Que Ciência Constrói Discos Voadores” e “Bang – Detonando Conceitos Cosmológicos”.

Para saber mais sobre Fernando Cleto, seus livros e suas pesquisas, acesse o site www.cosmologia.com.br .

Horizonte: Seu trabalho é mais conhecido pelo livro “A Bíblia e os Discos Voadores” (1970). Ali há farta argumentação sobre a possível interferência ET no passado religioso da Terra. Depois, muitos escreveram sobre o tema com teorias semelhantes ou não. O seu pensamento sobre o assunto ainda é o mesmo ou ocorreram mudanças?

Cleto: No momento estou revendo o meu referido livro com o propósito de atender muitos pedidos para que eu volte a escrever sobre o assunto, porém, escrevendo exclusivamente sobre a Bíblia: deixando todas as outras religiões não cristãs de lado.
Isto porque no primeiro livro procurei mostrar que por traz de todas as religiões existiu sempre um mesmo Inspirador que parece ter usado o princípio universal da dialética, no sentido de promover a evolução das diferentes religiões pelo embate de suas idéias contrárias.
Confirmo que o meu pensamento nos seus aspectos primordiais continua sendo o mesmo do meu primeiro livro, estando cada vez mais fortalecido. Os seres alienígenas que primeiro implantaram o Projeto Sêmen inoculando na raça humana uma nova semente (o povo eleito) implantaram depois na Terra o Projeto Cristão que continua presente para fazer cumprir seus objetivos que terminarão com o Apocalipse.

Horizonte: No livro “Que Ciência Constrói Discos Voadores” (1995) o Sr. apresenta uma teoria sobre o que seria o Movimento Absoluto do universo. O que é exatamente e como raças Ets o utilizam em sua engenharia Astronáutica?

Cleto: Continua intacta a minha teoria sobre a existência de um movimento absoluto no universo inteiro. O que é tal movimento? Meu referido livro explica de forma detalhada. Vou fazer um breve relato da idéia: Segundo Einstein em sua fórmula E=MC² a matéria é luz materializada e a luz é matéria desmaterializada. Ficou então aceito pela ciência mundial que luz e matéria são aspectos distintos de uma só entidade. Tal substância é formada pela união de “finequanta” (plural de “finequantum”). Assim, estabeleci que o último tijolinho que forma a substância universal deve ser identificado como sendo a quantidade final - daí ter escolhido o nome de “finequantum”. O movimento que está presente em tal substrato final forma o universo inteiro... o “finequantum” é como se fosse a presença de Deus; é preciso considerar que nada existe sem a sua presença; nem a luz e nem matéria.
Vamos pensar no aspecto material do universo. O nosso Planeta, por exemplo, possui um movimento de rotação em torno de seu eixo imaginário numa velocidade supersônica; possui também um movimento de translação com velocidade ainda maior. É preciso considerar também a velocidade do próprio Sistema Solar com todos os seus planetas, satélites, cometas, asteróides, etc. caminhando circularmente no interior da nossa Via Láctea. Finalmente devemos mencionar que a nossa galáxia possui também, no seu todo, com outras galáxias, uma velocidade considerável na imensidão do espaço. Estou me referindo aos movimentos de velocidades externas em cada quantidade de matéria mencionada. Essas velocidades quando somadas ultrapassam 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil quilômetros por hora). Trata-se da velocidade externa que eu e, você leitor possuímos. Mas não podemos esquecer que também existe em cada pedaço de matéria uma grande quantidade de velocidade interna que está presente em todos os átomos que formam o aspecto material no universo. Nos meus momentos de meditação, quando percebi a existência de velocidades variáveis, fiz a seguinte pergunta: Se a matéria é luz materializada ela positivamente tem que possuir, dentro dela, por alguma forma despercebida, a própria velocidade “C” - constante universal - velocidade da luz - 300.000 quilômetros por segundo. Foi quando intuí que, sempre que somarmos as velocidades variáveis externa com a interna, ou interna com externa, iremos obter a velocidade máxima possível da constante “C” da luz.
Como seres alienígenas usariam tal conhecimento em sua engenharia Astronáutica?
O conceito mais aceito pelos ufólogos é o de que os alienígenas usam a propulsão por campos eletromagnéticos em suas naves. Nunca tive a pretensão de saber como tal propulsão é definida e utilizada. Posso apenas sugerir que tanto o campo eletromagnético como a força gravitacional são da mesma origem e devem ser conseqüência da troca de movimentos de velocidades externas por internas ou internas por externas conforme está exposto no meu referido livro.

Horizonte: Por que os Ets não entram em contato direto com a humanidade, mas só com indivíduos e pequenos grupos? Há um propósito nisso?

Cleto: Desde 1970 que venho afirmando que os alienígenas que nos rondam, observam e até estudam não farão contato com os Governos da Terra. Também sempre entendi que eles são os agentes do Apocalipse e que só haverá contatos isolados com seres humanos. Com que propósito? Nada sei, apenas posso sentir velados interesses nesses contatos cujos objetivos pertencem exclusivamente aos alienígenas.

Horizonte: Em sua opinião, qual é a validade da hipnose como forma de pesquisa nos casos supostos de “abdução” por Ets? As informações assim adquiridas não se tornam subjetivas demais?

Cleto: O tema abdução é sempre duvidoso e muito complexo quando entram os implantes. No caso, por exemplo, de implantes que tomei conhecimento, aquele que achei mais próximo de ter sido possível foi apresentado pelo Coronel Uranger no seu próprio braço. Penso que este depoimento não foi tomado sob hipnose. Alguma coisa era palpável e até de certa forma visível em seu volume e, no entanto, nenhuma radiografia foi capaz de acusar aquela presença. Não consigo aceitar que uma super-raça utilize metal em implantes. Penso que, teriam que ser orgânicos como nossa civilização já é capaz de fazer com a Nanotecnologia, Nanoterapia, etc onde os implantes não podem ser visíveis em microscópios normais ou radiografias.
Quando um evento é verdadeiro como o de Tiago Machado, não existe nenhuma necessidade de hipnose. Só serviria para atrapalhar.
Penso que, hipnose na pesquisa ufológica sem que antes exista um histórico verdadeiro com testemunhas e indícios correlatos não tem o menor valor. Estou certo que existe o perigo, até inconsciente, de o hipnotizador interferir no processo.

Horizonte: O Sr. está se afastando da pesquisa ufológica clássica? As fraudes, o “estrelismo” de alguns e a desunião dos grupos de pesquisa têm influenciado sua posição no cenário Ufológico?

Cleto: Algumas vezes saí da ufologia para não me aborrecer apontando fraudes. Também, algumas vezes voltei para defender casos pioneiros de pesquisadores sérios falecidos. Para ser verdadeiro o que mais tem atrapalhado a ufologia é a necessidade de alguns pesquisadores se tornarem profissionais buscando sobreviver do assunto. Até inconscientemente transformam insignificantes eventos em grandes acontecimentos e assim a ufologia vai ficando cada vez mais pobre e mais duvidosa. Os ufólogos devem compreender com rigor que é preciso fotos verdadeiras, filmes autênticos, pronunciamentos de autoridades responsáveis, testemunhas oculares, etc.

Horizonte: O que o sr. Acha do embate evidente entre os ufólogos que se dizem da “ala cientifica” e os da “ala mística”? Há algum proveito nesta luta?

Cleto: “Ala científica”,“ala mística” e “ala neutra” são escolhas que podem conter fantasias em todas elas. A melhor posição é a da verdade demonstrada sem ataques e com dados sólidos.

Horizonte: Qual o propósito do seu recente livro “BANG” - detonando conceitos cosmológicos?

Cleto: Não posso ser prolixo para falar sobre o livro “BANG”, que possui mais de 100 páginas. Mas o meu objetivo ao escrever tal livro foi mesmo o de procurar detonar grande parte dos atuais conceitos cosmológicos. Usei minhas observações sobre a física teórica de par com muita meditação na área filosófica. Procurei ir fundo nas incoerências que hoje são apresentadas pelos principais cientistas que cuidam da cosmologia, costumando apontar grandes erros na existência de um possível Big Bang, parecendo como que perdidos numa repetição cansativa de idéias pouco coerentes. Eles são cientistas e não sabem sair dos trilhos em que foram colocados. Seria vergonhoso negar a existência de um ovo cósmico primordial sem ter outra idéia para ocupar o mesmo lugar. Eu, como autodidata vou apontando novos caminhos na esperança de que eles possam modificar a falta de perspectiva da Cosmologia cuja mudança já foi prevista para três mil anos adiante, ou seja, para o ano 5007, como sugere Marcelo Gleiser. Em virtude do assunto não ser ufologia deixei de comentar o livro com os ufólogos. Mas, se alguém estiver interessado, informo que ele foi editado pela Editora Imago - Rio de Janeiro. Estou procurando desenvolver uma nova teoria de que o universo é permanente, em movimentação geométrica, estando suas galáxias em rotações circulares ou elípticas, tudo dependendo das velocidade externa de cada conjunto; ou seja das velocidades variáveis de cada galáxia.

Horizonte: A grave situação ambiental do mundo, os conflitos armados, o terrorismo e o aquecimento global têm uma solução terrestre ou precisamos de algum tipo de interferência ET para escaparmos da autodestruição?

Cleto: Imagino que seja muito grave. Creio que nós humanos poderíamos aliviar a situação, o que exigiriam grandes renuncias como uma grandiosa diminuição do uso do petróleo. Seria preciso da maior unidade ao comando da ONU. Não devemos pensar em aguardar interferência de ajuda de Ets. Penso que foi um ET quem ditou o Apocalipse para João na ilha de Patmos...e o referido anjo sabia o que estava fazendo...no meu livro “A Bíblia e os Discos Voadores” deixo o assunto muito bem explicado...

Horizonte: Estamos próximos a um desastroso “apocalipse” ou a uma “nova aurora” da humanidade?

Cleto: Um desastroso “apocalipse” parece inevitável neste século.

Horizonte: Agradecemos sua gentileza. Deixamos espaço para que o Sr. faça suas considerações finais, e também sobre os rumos da Ufologia e da Ciência em geral.

Cleto: Espero que a humanidade tenha tempo para retirar casais humanos em busca de algum lugar para sobrevivência da nossa raça. Se não encontrarmos saída com maior avanço tecnológico, resta-nos admitir que o “apocalipse” esteja correto quando diz que muitos serão retirados... Também existem fragmentos na história de que agrupamentos humanos teriam sido levados para fora da Terra... São apenas considerações que podem ser lembradas no sentido de trazerem esperanças para a possível sobrevivência humana.
No meu entender a ufologia não tem futuro; está perdida por não ser Ciência.
Ao contrário a Ciência estará avançando sempre de forma a poder imortalizar o homem de modo surpreendente.

Comments:
na verdade eu sempre pensei que os deuse da biblia eram extraterrestes.apenas um burro de maior dimensão não ve isso. no caso dos chamados católicos, que vivem com as mentes demasiado obscurecidas pela ignorancia, isso ainda mais se confirma.a maior parte dos católicos nunca sequer leu uma biblia, assim como em sua maioria sao uma cambada de burros.
escomentário se estende ás demais religioes.as religioes deveriam funcionar no sentido do progresso humano coisa essa que a história nunca registou mas sim o contrário como o obscurantismo. quanto a civilizacoes extraterrestres, álém de serem uma realidade, todos nós somos seus descendentes. a nossa origem como seres humanos esta nas estrelas. no passado grandes batalhas foram travadas no espaco para que uma certa ordem fosse restabelecida, ente as forcas do bem e do mal. essas mesmas batalhas ainda nao acabaram nem vao acabar porque a luta entre o bem e o mal é eterna. o mal apenas pode ser combatido mas jamais anulado. em qualque ponto do universo o mal estará sempre presente.
 
Sim...Ele poderia ter falado mais sobre suas teórias no lugar de ficar tentando, como os outros que critica, vender o peixe(ou o livro) pra ganhar "dindin".
 
Realmente, um dos (muitos) males dos quais padece a Ufologia, no Brasil e no mundo, é o "estrelismo" de certos ufólogos. Contudo, Cleto não pode ser classificado entre eles. É muito recluso para receber esta alcunha, caro "anônimo".
 
TEORIA DE ASTRONOMIA DE ENERGETICIDADE E DE VARIAÇÃO POR PROGRESSÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA E AFASTAMENTO.
TEORIA DE ASTRONOMIA DE ENERGETICIDADE E DE VARIAÇÃO POR PROGRESSÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA E AFASTAMENTO.



SEXTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.



Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.



Brasileiro, Professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Endereço. Rua Itabira número 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Colaborador. MÁRCIO PITER RANGEL.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.



DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.





CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE.



A teoria da energia e radiação fundamenta os gases de Saturno, a origem dos satélites e a progressão de todos os fenômenos e órbitas.



A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros, os seus fenômenos, e o seu futuro, porque as órbitas são variáveis, e os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que a energia e as interações físicas produzem radiação e a radiação origina os astros, e juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.



Os planetas passam por fases: a de alta temperatura, a de radiação, a de fusão, a de gases, as de variações e a de estabilidade.





30 PONTOS FUNDAMENTADOS EM QUE SE PODE PROVAR MATEMATICAMENTE PELA TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO, DIÂMETRO +1/2, E PELA PROGRESSÃO DO AFASTAMENTO.



1 -Origem pela radiação. Vê-se na progressão do afastamento e no número de satélites por densidade e diâmetro do planeta.

2 - Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distancia entre os planetas.

3 - Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que o diâmetro decresce progressivamente.

4 - Relação órbita posicional e desintegração. As órbitas aumentam em distancia conforme o seu diâmetro-densidade, e isso são constatados nos planetas exteriores e nos satélites.

5 - afastamento progressivo e decréscimo com progressão de velocidade de translação.

6 - Distancia como afastamento progressivo.

7 - Expansão e órbita fluxonária.

8 - Translação variável e decrescente por perca de energia, impulso e desintegração.

9 - Rotação por densidade-diâmetro e distanciamento.

10 - Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.

11- Origem de satélites por radiação.

12 - Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.

13 - Excentricidade.

14 - Inclinação de órbitas.

15 - Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.

16 - Cálculo de velocidade de translação por energia e radiação.

17 - Órbitas progressivas.

18 - Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.

19 - Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.

20 - Tamanho de satélites.

21 - Inclinação axial dos planetas.

22 - Variações de órbitas posição, tamanho, forma e dinâmica.

23 - Órbitas fluxonária.

24 – atmosfera.

25 - atividades tectônicas, correntes marinhas, e marés.

26 – evolução de elementos químicos.

27- fusões, fissões, decaimentos, número atômico, abundancia de elementos químicos.

28 – saltos de elétrons e salto quântico.

29 – energia de ligação e pulso quântico.

30 – dilatação, pressão de gases, acréscimo de dinâmica de partículas, spin, e outros.





CIRCULARIDADE E EXCENTRICIDADE.



Os planetas, satélites e cometas tendem a produzir círculos imperfeitos conforme o seu afastamento e densidade-diâmetro.

Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade. Ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.



A excentricidade depende da energia e da uniformidade da distribuição da radiação na atmosfera, por isto que planetas como Mercúrio possui grande excentricidade, pois a distribuição de radiação é uniforme em toda superfície.



Índice 0.14 / [por densidade+diâmetro/2]+ (expansão x 0.002)= excentricidade.

Mercúrio - 0.14 / 0.67 + (1 x 0.002) =0.210 de excentricidade.

Vênus 0.14 / 0.96 +[ 2*0,002] = 0.14

Terra 0.14 / 1 + [ 3*0,002] = 0.14

Marte 0.14 / 0.7 + [ 4*0,002] = 0.1

Júpiter 0.14 / 5.7 + [ 5 *0.002] = 0.024

Saturno 0.14 / 4.6 + [6 *0.002] = 0.035

Urano 0.14/ 2 + [7 *0.002] = 0.07

Netuno 0.14 / 1.9 + [8 *0.002] = 0.0.7

Plutão 0.14 / 0.6 + [9 x 0.002 = 0.018] = 0.251





A órbita é produto da energia e radiação que começou na origem, pois depende da quantidade de energia que recebeu do primário para desenvolver toda dinâmica e fenômenos.



Os elementos fundamentais na produção da dinâmica são a ações da energia, da radiação e um impulso inicial recebido do primário da sua radiação.



Todos os astros, inclusive os satélites são livres e eles produzem a dinâmica no espaço.



Pois, o Sol também possui rotação.



Os satélites de Plutão possuem dinâmica mínima, próximos dos valores da Lua.



ORIGEM, AFASTAMENTO E ÓRBITA POR AFASTAMENTO E POR IMPULSO DE RADIAÇÃO.



A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade e diâmetro.

A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela energia e pelo impulso da radiação é que os astros se posicionam a uma distancia de progressão de um em relação ao outro.



A prova da órbita distancial se vê pela progressão tanto da distancia quanto na velocidade de translação, como também na progressão do diâmetro dos planetas exteriores.



Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distancia, o afastamento, as progressões, toda dinâmica, o número de satélites e demais fenômenos.





PROGRESSÃO DE DESINTEGRAÇÃO DOS PLANETAS EXTERIORES.



Todos os planetas possuem um desgaste pela material lançado no espaço, ou seja, eles se desintegram, e isto se constata em relação à progressão do seu diâmetro e de sua densidade.



Júpiter 5.7 / 2 = 2.85

Saturno 4.6 /2 = 2.3

Urano 2 / 2 = 1

Netuno 1.9 / 2 = 1

Plutão 0.6 / 2 = 0.3



Dos valores de um planeta acha-se a progressão, e os valores do outro.





PROGRESSÕES DAS DISTANCIA EM RELAÇÃO À TERRA COM VALOR UM.



Vê-se que o afastamento que produz a distancia também segue uma progressão.



CÁLCULO DA PROGRESSÃO DA DISTANCIA.



De Plutão a Netuno 40 / 1.4 = 28,5

Net. a urano 28.5 / 1.4 = 20.5

Urano a Saturno 20.5 /1.4 = 14.5

Saturno a Júpiter 14.5 /1.4 = 10.4

Júpiter a Marte 10.4/ 1.4 = 7.4

De Júpiter a Marte 7.4/ 1.4 = 5.3



De Marte a Terra 1.7/ 1.4 = 1

Da Terra a Vênus 1 / 1.4 = 0.7

De Vênus a Mercúrio 0.7/ 1.4 = 0.4



A progressão entre Júpiter e Marte tem uma variação por ter Júpiter muito maior diâmetro, onde se tem mais energia o que o possibilitou de produzir um maior afastamento.



Pela diferença de diâmetro entre Júpiter e Marte, vemos que Júpiter teve mais energia para romper a progressão e se afastar mais rápido, por isto que a progressão se repete duas vezes entre eles.



E confirma-se pela experiência que Plutão possui cem vezes o distancia em relação ao Sol, do que Mercúrio.





CÁLCULO DE PROGRESSÕES DE TRANSLAÇÃO.



Mercúrio a Vênus 48 / 1.3 = 36 Vênus.

36 / 1.3 = 28 Terra

28 / 1.3 = 22 Marte

22 / 1.3 = 17 Júpiter

17 / 1.3 = 13 Saturno

13 / 1.3 = 8 Urano

8 / 1.3 = 6 Netuno

6 / 1.3 = 5 Plutão



Considerando que 1,3 é um resultado de radiação produzido pela energia do Sol.



Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade e diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distancias deles entre seus vizinhos.

Com isso concluímos:

1. Que os planetas se originam do Sol, e os satélites dos planetas.

2. Os astros se afastam do Sol conforme a sua energia.

3. Que suas distancias orbitais são mantidas pelo seu afastamento.

4. Que sua translação se origina pela energia e radiação que os originou.

5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.

6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produzidas por interações físicas e energia.

7. Que a intensidade de suas interações física e produção de energia é determinada pela densidade + diâmetro /2, ou diâmetro +1 /2.

8. Que o universo produz a dinâmica, que é variável com o tempo, e se encontra numa eterna construção.





PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO.



48 /1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus

36/ 1.33 = 28 Terra

28 / 1.33 = 21 Marte

21 / 1.33 = 16 Júpiter

16 / 1.33 = 12 Saturno

12/ 1.33 = 9 Urano

9 / 1.33 = 7 Netuno

7 / 1.33 = 5 Plutão.





A LUA



A Lua possui a velocidade de translação 1.03 km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.

A rotação da Lua é de 354 horas em relação à Terra, ou seja, obedece também o astro de origem. Por ser construído com pouco material e conseqüentemente ter pouca energia se processando.





CÁLCULO DA EXCENTRICIDADE DOS COMETAS.



Os cometas foram originados pelo Sol, por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento, ou período em anos.



A excentricidade, inclinação e rotação dos cometas obedecem ao seu período em anos, ou seja, quanto mais distante, maior e a excentricidade, inclinação e menor a rotação e translação dos cometas.



0.138 / [densidade + diâmetro 2] + 0.002 x período em anos = excentricidade).



Oterma [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 19.4 ]= 0.7

Crommelin [0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 27.4] = 0.888

Giacobini-ziner [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.59 ]= 0.47

Halley [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 76.0] = 1.8

Wyple [ 0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 8.49] = 0.5

Eneme [ 0.138/ 0.4 ]+ [0.02 x 3.29] = 0.4

Borelly [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.86] = 0.5

Tempel 2 [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.29] = 0.5

Tempel 1 [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.50] = 0.52

D'arresi [0.138 / o.4 ]+ [0.02 x 6.39 ]= 0.6



0.133 é um valor encontra para radiação pela produção de energia nos planetas. E aqui o resultado se confirma com a realidade.



Toda teoria da energeticidade e radiação se confirma também nos cometas, pois Halley e Crommelin são os com períodos maiores em anos e com as maiores excentricidade e inclinação orbital.



Com o período longo, a excentricidade também e maior.

A origem dos cometas ocorreu a partir do Sol por isso que é mantida uma excentricidade tão alta e proporcional ao período.

A inclinação também obedece ao período, pois se multiplicarmos dois x numero de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.





INCLINAÇÃO DA ÓRBITA DOS COMETAS.



Multiplica por dois o período em anos do cometa, que será encontrado a inclinação.



Exemplo.



Halley = 76 anos de período * 2 = inclinação =152 graus.

O mesmo segue para todos os outros cometas, e isto é mais uma prova da teoria da energeticidade e radiação, e a irregularidade pelo envelhecimento, ou pode ser também pelo afastamento.



Tempel 1 – 5 anos * 2 = inclinação 10 graus.

Tempel 2 – 6 anos * 2 = inclinação 12 graus.

Crommelin – 27 anos * 2 = inclinação de 54 graus.



Para nem todos é exato, mas se aproxima da realidade e da progressão, onde os mais distantes são os mais irregulares.

Que se confirma com Halley e crommelim.



COMPROVAÇÃO DO FLUXO E DO AFASTAMENTO ATRAVÉS DE HALLEY.



Comprova-se a teoria das interações, energia, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley.



O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74 anos a 78 anos aumentando e diminuindo fluxonariamente. Porém em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porém é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.



O afastamento e a diminuição de energia aumentam a excentricidade e a inclinação, e diminui a circularidade e a translação.



A flexibilidade da expansão ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo no afélio e depois o periélio volta a aumentar diminuindo no afélio, aonde se tem um fluxo, assim a translação, a distancia, os períodos e demais fenômenos produzem um fluxo crescente e decrescente.



Halley manteve esta flexibilidade constatada nas últimas 20 aparições.

A flexibilidade do período se dá em razão do aumento da excentricidade pelo comando do astro com menos energia.



O afastamento nos cometas é mais acentuado no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação aos planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois possui menos energia e passa a ter uma órbita menos perfeita.





A IDADE DOS COMETAS



Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior. Logo, Halley é um cometa velho e com pouca energia para produzir a dinâmica.



Vê-se que a translação depende da energia, da radiação, da densidade, diâmetro, e temperatura externa recebida pelo astro de origem.



Provas contundentes da origem dos astros por matéria de radiação e de suas órbitas por impulso de radiação.





1- a - Alto índice de radiação do Sol.

1. b - Anéis de Saturno

2. Flexibilidade e afastamento de Halley

3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço.

4. Aumento de expansão e inclinação com a expansão.

5. Progressão com a distância e translação.

6. Diminuição da rotação e translação com a distância e gasto de energia, tornando o planeta com menos comando.

7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.

8. Numero de satélites pela energia, radiação, densidade, diâmetro e afastamento.

9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.

10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.

11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.

12. As camadas da estrutura interna da Terra.

13. A abundancia dos elementos químicos, os mais pesados são menos abundantes.

14. Os vulcões são prova de radiação da Terra e de que todos os astros possuem radiação própria.

15. A radiação do Sol com altas tochas de fogo expelidas no espaço, onde matérias são também expelidas.

16. A existência de meteoros e cometas vagando no espaço, uns aumentando as suas órbitas e outros diminuindo as suas órbitas, e que são materiais expelidos por radiação no espaço, onde passam a produzir órbitas.

17 – a desintegração dos planetas, satélites e cometas.

18 – atmosfera e correntes marinhas.

19 – com a rotação e o afastamento prova-se que o movimento é próprio do astro, e não depende de outro, ou ação de força para se movimentar no espaço.

20- Acréscimo de dinâmica aleatória nos gases quando sob pressão ou acréscimo de temperatura.

21- logo, o movimento é próprio e é produzido pela energia do astro.





TRÊS COMPONENTES DA ORIGEM, ÓRBITA E DINÂMICA DOS ASTROS.



O de origem (pela energia do astro que o produziu).

O de impulso inicial na origem e progressão de afastamento.

O de energia interna (interações físicas), que é representado pela densidade e diâmetro.





CÁLCULO DE ROTAÇÃO DOS PLANETAS.



Rotação dos planetas em relação à densidade + diâmetro / 2, em relação ao numero de giro da Terra. Considerando o afastamento progressivo dividido por dez.



Progressão /10 *2+[ Densidade-diâmetro / 2] / pelo índice 2.3



M = 0,9*2+ [0.685] /2.3 = 1 Mercúrio

V = 0,8*2+ 0.915 /2.3 = 1 Vênus

T = 0,7*2+ 1.0 / 2.3 = 1 Terra

M = 0,6*2+ 0.625 / 2.3 = 0.78 Marte

J = 0,5*2+ 5.72 / 2.3 = 2.52. Júpiter

S = 0,4*2+ 4.815 / 2.3 = 2.1 Saturno

U = 0,3*2+ 1.915 / 2.3 = 0.84 Urano

N = 0,2*2+ 1.9 / 2.3 = 0.82 Netuno.

P= 0,1*2+ 0.6 / 2.3 = 0.26 Plutão



OBSERVAÇÃO. Se houver alguma dúvida quanto à densidade é só usar o índice [um] no lugar da densidade, ficando diâmetro +1 /2.



A referência é a Terra que é o valor de giro, ou 24 Horas.

Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade e inclinação.



Nos planetas exteriores se vê que a rotação tende a decrescer, como decresce o diâmetro do astro, ou seja, também a sua energia e a quantidade de radiação. Logo, a rotação não está relacionada com o achatamento, mas sim com a produção de radiação e energia do próprio astro.





CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE DA ELIPSE DOS PLANETAS.



Índice 0.148 dividido pela densidade + diâmetro /2.

O índice 0.148 é encontrado através da radiação do Sol.

Índice dividido pela densidade + diâmetro /2 = excentricidade da elipse.



Mercúrio 0.148 / 0.685 = 0.216. = excentricidade.

Vênus 0.148 / 0.915 = 0.16.

Terra 0.148/ 1.0 = 0.148

Marte 0.148 / 0.625 = 0.236.

Júpiter 0.148 / 5.72 = 0.026

Saturno 0.148 / 4.815 = 0.0308

Urano 0.148/ 1.915 = 0.082

Netuno 0.148 / 1.9 = 0.077

Plutão 0.148/ 0.6 = 0.247



Quanto menor e mais distantes do primário, consequentemente com menos energia, maior será a excentricidade e inclinação, ou seja, a energia decresce, diminuindo o comando e quantidade de fenômenos, como, dinâmica, atmosfera, atividades tectônicas, radiação e desintegração.





CÁLCULO DE INCLINAÇÃO ORBITAL ATRAVÉS DA MÉDIA DE DENSIDADE E DIÂMETRO.



Índice 9 + progressão /10 / [do diâmetro +densidade/2].

M 9.1/ 0.685 = 13

V 9.2/ 0.915 = 10

T 9.3 / 1 = 9.3

M 9.4 / 0.625 = 15

J 9.5 / 5.72 = 1.6

S 9 .6/ 4.815 = 2

U 9 .7/ 1.915 = 5

N 9 .8/ 1.90 = 5.1

P 9 .9/ 0.6 = 16.5





CÁLCULO DE INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO. CÁLCULO APROXIMADO.



1*5 / 0.685 = 7.4 MERCÚRIO

2*5 / 0.915 = 10.9 VÊNUS

3*5 / 1 = 15 TERRA

4*5 / 0.625 = 30 MARTE

5*5 / 5.72 = 3.7 JÚPITER.

6*5 / 4.815 = 6.2 SATURNO

7*5 / 1.915 = 18.4 URANO

8*5 / 1.9 = 21 SATURNO

9*5 / 0.6 = 75 PLUTÃO











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